segunda-feira, 30 de abril de 2012

nJoy - Usando seu Android como joystick no PC!


Olá, pessoal. Voltei! E daí, né? Sei que esse não é bem o estilo de post aqui do blog, mas acho que é bem útil. E na condição de bom gamer e fã de Android, não podia deixar de compartilhar isso com toda a humanidade vocês, leitores!

Quem aqui já tentou usar o smartphone para jogar no PC através de uma rede sem fio, deve saber bem como é angustiante achar um aplicativo que cumpra bem o seu papel. E eis que há alguns dias quase vomitei um arco-íris, de tão emocionado que fiquei quando testei o nJoy. Ele funciona tanto como controle para jogos, como oferece diversas ferramentas e atalhos para utilizar o Windows... Vamos ver como é?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A Arte Hermética de se fazer Arroz

O post de hoje pode ser trivial, pois devem existir uns 127049387 posts diferentes na internet explicando como fazer esse prato tão comum na culinária de uns 100 países (a terra têm 203 estados soberanos, 59 territórios independentes e outras áreas disputadas). Vou falar de Arroz.

O motivo desse post é simples. Depois de tanto tempo tentando acertar uma receita de arroz, eu finalmente consegui corrigir as falhas no processo de preparo e cozimento e no final das contas, eu consegui fazer uma panela de arroz sem queimar ou empapar, como todo o resto da humanidade consegue fazer, sem nenhum esforço.

O ponto da minha receita foi a temperatura. Eu usava fogo alto. Hoje eu completei 15 dias sem errar nenhuma receita de arroz, e esse post é a comemoração dessa façanha. Espero que curtam...

Origens do Arroz

Primeiramente, vamos consultar nossa amiga Wikipédia:

domingo, 22 de abril de 2012

Por que estou aprendendo Node.js?

Muitos de vocês (se não todos) sabem que eu sou um kra que abraçou a linguagem Python como minha preferida para fazer meus pequenos projetos. Eu escrevo códigos em Python quase todos os dias para resolver pequenos problemas diários. Eu também programo em Django, bem pouco na verdade, mais como diversão do que como um modo de ganhar a vida.

Inevitavelmente, enquanto estou escrevendo código de backend (tentando escrever APIs, códigos utilitários, whatever) eu não tenho muita chance de exercitar minhas habilidades desenvolvendo interfaces. Não faz muito sentido pra mim, dadas as minhas habilidades e conhecimento como programador, me envolver com o desenvolvimento de interfaces. Normalmente eu deixo isso pra quem têm mais afinidade com essa área. Por essa razão, meu conhecimento dessa área é bem deficitário.

Nos últimos meses, minha falta de conhecimento em desenvolvimento de interfaces têm me deixado irritado. Eu gosto de pensar em todo o problema, desde o mais profundo código até à sua superfície, pensando na maneira como o usuário deveria interagir com uma interface (a qual eu decididamente não tenho habilidade de construir). O que me deixa irritado, na verdade, é que quando eu tenho uma idéia, eu escrevo o backend todo da aplicação em pouquíssimo tempo, e depois gasto meses em uma auto-discussão filosófica sobre como criar a interface e fazer com que ela pareça pelo menos decente para uso.

Designers de Interface, eu INVEJO vocês, que conseguem pensar numa interface em um intervalo para o café!

domingo, 15 de abril de 2012

Hot Spot em modo Infraestrutura no Windows 7

Todos vocês (que usam linux) sabem que criar um Hot Spot no seu próprio computador é uma tarefa relativamente fácil de se executar. No Ubuntu, você não precisa nem mexer com o terminal, usando o próprio gerenciador de rede para isso. Mas, e no Windows?

Então, no Windows você pode criar um Hot Spot de maneira bem simples, mas infelizmente em modo Ad Hoc. Daí você me pergunta: "Eduardo, e qual a diferença entre uma conexão em modo Ad Hoc e ... qual o outro tipo mesmo?"

Daí eu te respondo "Então, em alguns dispositivos móveis - em especial Androids e iApples - você não conseguem se conectar em uma conexão Ad Hoc!".

Daí, no Windows fica um pouco complicado né?

E é nessa hora que entra minha amiga Wikipédia, que dá essa excelente resposta...

Geralmente, numa rede ad hoc não há topologia predeterminada, nem controle centralizado. Redes ad hoc não requerem uma infraestrutura tal como um backbone ou pontos de acesso configurados antecipadamente. Os nós ou nodos se comunicam com conexão física entre eles, criando uma rede on the fly, na qual alguns dos dispositivos da rede fazem parte dela apenas durante a sessão de comunicação, ou enquanto estão a uma certa proximidade do restante da rede.

Assim, uma rede de computadores ad hoc é aquela na qual todos os terminais funcionam como roteadores, encaminhando de forma comunitária as comunicações advindas dos terminais vizinhos. Um dos protocolos usados para redes ad hoc sem fio é o OLSR.

Obrigado Wikipédia, você foi de essencial ajuda aqui. Então, como vocês puderam ver, uma rede Ad Hoc não utilizam TCP/IP para funcionar, e exige que os aparelhos tenham esse recurso implementado. No caso dos dispositivos Android, um dispositivo rooteado pode funcionar com esse tipo de rede, desde que o aplicativo wpa_suplicant seja trocado por uma versão que implemente essa pilha.

Ok, chega de lero lero. O que eu quero dizer é que no Windows, até o Vista, não era possível criar uma rede sem fio em modo Infraestrutura. Agora é possível. E eu vou explicar como. Se vocês tiverem paciência de ler hehehe...

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Os Pilares da Sexualidade Humana

Essa semana eu li uma pergunta em um dos grupos que participo no Facebook que me fez reescrever um antigo rascunho de post que eu tinha arquivado para "postagem futura". Eu tomei essa decisão pois acho que as pessoas precisam de uma visão um pouco melhor do que é essa coisa complexa chamada Sexualidade Humana.

A pergunta que foi feita pelo Pedro (nomes são fictícios, beeeeijo) foi a seguinte: "Soh uma pergunta, me desculpe se isso ira afetar alguem, mas vcs tem orgulho de serem gays? Eu na boa, não tenho nenhum!".

Várias pessoas deram respostas em vários graus diferentes e expuseram mais sobre o que elas próprias pensam sobre sexualidade. No entanto, é preciso explicar primeiro que o que as pessoas acreditam ser algo monolítico e complexo de entender dadas as suas numerosas variações e conexões, pode ser catalogada em alguns pontos chave, que o sexólogo Cláudio Picazio chamou de Pilares. Compreender esses pilares seria então essencial para compreender o que são adolescentes e jovens gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Suas dúvidas e conflitos parecem se esclarecer a partir do momento em que se consegue visualizar melhor cada tijolo que compõe suas sexualidades.

Para a maioria das pessoas, a sexualidade é um assunto que gera curiosidade e ainda é tabu. Muito se fala sobre o assunto em rodas de amigos, na televisão, na imprensa e muitos livros são publicados a cerca do assunto. O tema é controverso e causa grande interesse. Por que será?

Exatamente por isso, a sexualidade humana é extremamente diversa e cercada de preconceitos. Não se trata apenas do ato sexual, mas de diversas características que definem cada ser humano.

O sexólogo definiu quatro pilares básicos: Sexo Biológico, Identidade de Gênero, Papel Sexual e Orientação Sexual. Eu acrescentaria ainda um pilar, que podemos chamar de Prática Sexual. Vamos explicar cada termo abaixo...