domingo, 22 de fevereiro de 2009

Carnaval e sua origem Lunar

Boa noite pessoal. Demorei a postar né? Aproveitei este final de semana de festejos para adiantar algumas coisinhas que venho querendo fazer há um bom tempo mas não conseguia.
  • Ler o livro Brisingr, do Cristopher Paolini, parte da Trilogia da Herança, iniciado pelo famoso livro Eragon;

  • Brincar um pouco com redes sem fio (e que provavelmente renderá alguns posts sobre encriptação wep ;);

  • Escrever e adiantar alguns textos e não menos importante, instalar o FreeBSD numa máquina virtual no meu notebook, para as aulas do meu curso superior (eh, tou fazendo de novo).

Fora isso, os festejos correm soltos pela cidade.

Bem, quem me conhece sabe que esse tipo de festividade não faz muito meu estilo, apesar das mudanças operadas em minha personalidade nos últimos dois anos. Mas, este post de hoje não é para falar de nada disso não. Hoje quero falar um pouco sobre o que o carnaval significa. Como a maioria dos feriados baseados no sincretismo católico, o Carnaval (ou festa da Carne) é mais um dia herdado de outras civilizações. A mais proeminente civilização a celebrar este tipo de festa é a grega, com seus bacanais e festas em homenagem à Baco, ou Dionísio...



Desde as mais recuadas eras, os diferentes povos estabeleceram algumas festas de grande alegria.

Assim, encontram-se entre os egípcios as festas de Ísis (deusa antropomórfica da magia e da ressurreição) e do touro Ápis (deus da fecundidade e do renascimento, representado por um touro branco com um disco solar entre os chifres); as dionisíacas (danças e festas em homenagem ao deus Dionísio -festa em honra de Baco, deus do vinho, entre os romanos), entre os gregos; as lupercais (festas a Luperco ou Pã, deus protetor dos pastores e dos rebanhos, comemoradas em 15 de fevereiro, na Roma Antiga) e as saturnais (festas a Saturno, deus da agricultura, celebradas entre os dias 17 e 19 de dezembro, quando se comemorava a semeadura da safra), entre os romanos.

Todas envolviam festins, danças e disfarces. Embora seja muito difícil caracterizar a origem verdadeira do Carnaval, parece que os nossos atuais festejos estão intimamente associados às duas últimas festas romanas.

Logo após o início do Ano Novo, os romanos, nas calendas de janeiro, comemoravam as saturnais, festas instituídas por Janus em memória do deus Saturno, que, pela lenda, teria transmitido a arte da agricultura aos italianos.

Durante as saturnais, as distinções sociais não eram levadas em consideração. Os escravos ocupavam os lugares dos patrões, que os serviam à mesa. Nesse período, não funcionavam tribunais e escolas. Os julgamentos eram suspensos, e os condenados não podiam ser executados. Interrompiam-se todas as hostilidades. Os escravos percorriam as ruas cantando e se divertindo na maior desordem. As casas eram lavadas e purificadas. As pessoas de um certo nível social preferiam se retirar para o campo durante as saturnais, o que permitia ao povo celebrar com maior alegria esse período de liberdade.

Numa seqüência lógica aos excessos libertários, os romanos procediam à sua purificação pelas comemorações das lupercais, festas celebradas em 15 de fevereiro em homenagem ao deus Pã, matador da loba que aleitara os irmãos Rômulo e Remo, fundadores de Roma, segundo a lenda.

Nesses festejos, celebrava-se o princípio da fecundidade. Nas comemorações das lupercais, untados em sangue de cabra e lavados com leite, os lupercos, nus, com uma pele de bode sobre os ombros, saíam pelas ruas batendo nos pedestres com uma correia de couro. As mulheres grávidas saíam às ruas e se ofereciam às correadas, na esperança de escapar às dores do parto. Por outro lado, as mulheres com desejo de possuir um filho também procuravam ser atingidas pelos golpes das correias dos lupercos, na esperança de engravidar.

Como todos esses festejos, que consistiam essencialmente em mascaradas, disfarces e danças, já estivessem de tal modo implantados nos costumes quando do aparecimento do cristianismo, a igreja só teve uma saída: adotou-os e, ao mesmo tempo, procurou santificá-los.

De fato, o Carnaval parece ter tido origem nessas antiguíssimas comemorações pagãs, em geral de grande alegria e liberalidade, que eram celebradas durante a passagem do ano e com o objetivo de anunciar a próxima chegada da primavera. Com efeito, o atual Carnaval era o tempo de regozijo que ia desde a Epifania (6 de janeiro) até a Quarta-Feira de Cinzas. Com o tempo, essa festa acabou limitada aos últimos dias que antecediam o início da Quaresma, período de 40 dias a partir da Quarta-Feira de Cinzas até o domingo de Páscoa, durante os quais os católicos e ortodoxos fazem sua penitência.

O período carnavalesco variou e ainda varia segundo as tradições de cada país. Assim, parece que ele se iniciava primitivamente, na Idade Média, em 25 de dezembro, incluindo a festa de Natal, o dia do Ano Novo e a Epifania. Mais tarde, passou a ser comemorado desde o Dia de Reis até um dia antes das Cinzas. Em alguns lugares da Espanha, sua comemoração inclui também a Quarta-Feira de Cinzas. Em alguns países, só se comemora na terça-feira, ao passo que, no Brasil, é festejado no sábado, domingo, segunda e terça-feira.

Nos primeiros decênios do século 20, o jornalista Francisco Guimarães -o conhecido Vagalume-, percebendo que o Sábado de Aleluia se distanciava muito do período carnavalesco, introduziu no Rio de Janeiro a mi-carême (meia Quaresma), importada da França. Essa festa parisiense foi comemorada no Rio, nos anos de 1920 até 1922, anualmente. O vocábulo mi-carême foi abrasileirado para micareta ou micarema, cuja comemoração é muito comum nas cidades do Nordeste.

A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, em que grandes festas universais (como Páscoa, Natal etc.) constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas.

Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A maioria dos foliões do nosso Carnaval não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem lunar.

De fato, na Antigüidade, a importância dos astros era enorme na vida econômica e social. Como não possuíssem um calendário preciso que lhes permitisse prever com segurança a ocorrência do início das estações e, portanto, a época da semeadura e colheita, eram os povos primitivos, em especial os camponeses, obrigados a observar o céu.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Conspiração P.A.L.M.A.S. 3: O dia que a Luz Acabou

Bom dia/tarde/noite/madrugada/dia sideral para todos. Alguns de vocês acompanharam recentemente um fato ocorrido durante o mês de janeiro na cidade de Palmas, que foi o apagão do dia 19 de janeiro.

Há um mês atrás, nesse mesmo momento em que estou postando esta história, um apagão de enormes dimensões assolou Palmas.

Alguns jornais noticiaram o fato, mas de maneira breve. Palmas e mais 30 municípios ficaram sem energia elétrica por 2/3/4 horas (depende do jornal e da criatividade do jornalista). O que vocês pensariam que poderia estar acontecendo à essa cidade?

Bom, eu não estava aqui, mas se eu estivesse, provavelmente estaria paranóico por notícias. Então, meus caros, apresento para vocês mais um capítulo dessa saga. Conspiração P.A.L.M.A.S. 3: O dia que a Luz Acabou, parafraseando o filme de título homônimo: O dia em que a Terra Parou, recentemente refilmado, e assistido em suas duas versões por esta pessoa que vos fala.

Bom, vou parar de falar e começar logo a história. Espero que gostem. Digno de roteiro de filme B! Ah, só lembrando que no final da história tem um presente para aqueles que, como eu, acham que Palmas é uma base aérea !!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Os 10 piores vírus da história

Recentemente, "especialistas" em segurança digital descobriram um novo tipo de malware que junta características de vários vírus e worms diferentes para tornar sua ação bastante eficiente.

Além de contaminar máquinas de usuários e se propagar por pendrives e volumes de rede e infectar executáveis, o mesmo ainda consegue infectar servidores web vulneráveis e inserir códigos (em asp, php e em html) no mesmo e aumentar suas chances de propagação.

Claro que um vírus desse tipo não passaria despercebido pelos tais "especialistas", mas o mesmo têm uma forma bem criativa de evitar ser encontrado: ele usa diversas camadas de criptografia e polimorfismo do seu código executável para dificultar ao máximo a sua detecção. E ainda de sobra instala uma backdoor para que o computador possa ser controlado remotamente.

Vírus assim não aparecem sempre. Normalmente exigem um planejamento mais completo e complexo e um estudo minucioso do sistema operacional que ele vai atingir. Esse é mais um dos supervírus a dar dor de cabeça em minha vida de técnicos em manutenção. No entanto, não estou aqui para falar desse vírus, que a propósito se chama Win32/Virus.BM. Quero relembrar hoje de outros supervírus que atacaram, assim como este está fazendo, computadores pelo mundo inteiro. Espero que gostem do post de hoje.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Horário de Verão do Brasil - Tinha tudo pra ser perfeito ...

O Lula 9 dedos fez uma importante determinação em relação ao fim da arbitrariedade dos dias de início e fim do horário de verão mas, na última hora, teve de baianar na hora de definir a legislação do horário de verão...

Como sabemos, o nosso horário de verão nunca tinha hora certa para começar e acabar, segundo o site da Aneel:
O Horário de Verão foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932. Até 1967 sua implantação foi feita de forma esporádica e sem um critério científico mais apurado. Após 18 anos sem que o Horário de Verão fosse instituído, essa medida voltou a vigorar no verão de 1985/86, como parte de um elenco de ações tomadas pelo governo devido ao racionamento ocorrido na época por falta d’água nos reservatórios das hidrelétricas. Desde então o horário de verão passou a ocorrer todos os anos. Estudos mais aprofundados foram realizados nos últimos anos, gerando critérios mais apurados para subsidiar sua implantação.

O principal objetivo da implantação do Horário de Verão é o melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer, o que proporciona substancial redução na geração da energia elétrica, em tese equivalente àquela que se destinaria à iluminação artificial de qualquer natureza, seja para logradouros e repartições públicas, uso residencial, comercial, de propaganda ou nos pátios das fábricas e indústrias. Observa-se que em algumas regiões do nosso país a duração dos dias e das noites sofre alterações significativas ao longo do ano, reunindo condições excelentes para a implantação da medida do período primavera-verão.

Agora me digam, pq mudar a data só pq é carnaval? Isso é ridículo! Vejam só a legislação, com o ponto marcado em negrito.

Legislação Federal- Horário de verão - Decreto 6558, de 09.09.08

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 1o, inciso I, alínea “b”, e § 2º, do Decreto-Lei no 4.295, de 13 de maio de 1942,

DECRETA:

Art. 1o Fica instituída a hora de verão, a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subseqüente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal.

Parágrafo único. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte.

Art. 2o A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Art. 3o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 8 de setembro de 2008; 187º da Independência e 120º da República.


Pelo menos o pessoal do tzdata não vão mais ter problemas com a arbitrariedade dos horários de verão do Brasil.

Mas como bem lembrou meu querido amigo Rafa, o ano novo no Brasil só começa mesmo depois do Carnaval. Era de se esperar algo assim né??

Fonte:
Legislação: http://maria451.wordpress.com
Site da Aneel: http://www.aneel.gov.br/65.htm

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sexta-feira 13, às 23:31:30 GMT: UNIX time_t 1234567890

Essa é para os mais nerds e programadores: dia 13 de fevereiro de 2009 aos 30 segundos das 20h31min (ou 20:31:30 para os viciados em 24 horas), horário de Brasilia, já contando o fuso horário, horário de verão) terão se passado 1234567890 segundos desde a criação do Unix Time.

Mas… O que é mesmo esse tal de Unix Time? Resumindo de forma muito tosca: é uma forma de contagem de tempo usada em muitos sistemas operacionais (e outros sistemas) para descrever o tempo de uma forma padronizada, e facilitar operações de soma ou subtração entre datas. Assim, para saber quanto tempo se passou entre 18/09/1982 e 12/02/2009 (a data desse post) eu só preciso:

a) Converter a primeira data para Unix Time (usando time.mktime do Python, por exemplo), obtendo o valor em segundos entre 00:00:00 01/01/1970 e 00:00:00 18/09/1982

b) Converter a segunda data para Unix Time (com o mesmo processo, e obtendo um novo valor em segundos)

c) Subtrair o valor menor maior do valor maior

d) Você terá a diferença em segundos das duas datas. Seguindo aquela ordem matemática simples, divida por 60 para saber os minutos, divida por 60 para as horas, e por 24 para os dias.

Dá pra fazer muito mais com o Unix time, mas isso não importa. O que importa é que em 20:31:30 13/02/2009 será um dos momentos mais nerds da história: 1234567890 segundos desde o Unix Time!

Pra quem é como eu e gosta de verificar as coisas, lá vai minha verificação, em Python:

Errar é humano... Colocar a culpa no computador é mais ainda.
vindemiatrix@sorvete:~$ python
Python 2.5.2 (r252:60911, Oct 5 2008, 19:24:49)
[GCC 4.3.2] on linux2
Type "help", "copyright", "credits" or "license" for more information.
>>> import time
>>> x = time.strptime("13 02 2009 20 31 30 GMT", "%d %m %Y %H %M %S %Z")
>>> y = time.mktime(x)
>>> x
(2009, 2, 13, 20, 31, 30, 4, 44, 0)
>>> y
1234567890.0

Fonte: http://www.guravehaato.info/geek-life/quase-1234567890-segundos-desde-1970/

Ainda falando em UnixTime, teremos outro problema como o da virada no ano 2000, mas no ano de 2038.

O problema afeta os programas que utilizam a representação de tempo POSIX, em que a data é calculada através do número de segundos (ignorando os segundos bissextos) desde 1 de janeiro de 1970. Esta representação é padrão nos sistemas operacionais do tipo Unix e afeta a maioria dos sistemas, pois grande parte deste software foi desenvolvido na linguagem C. Na maioria dos sistemas de 32 bits, o tipo de dados time_t, utilizado para armazenar esta contagem de segundos, é um inteiro de 32 bits do tipo signed (considera o sinal). O último registro de tempo que pode ser representado por este formato, seguindo o padrão POSIX, é 03:14:07 na terça-feira 19 de janeiro de 2038 (UTC). Após este momento a data será representada por um número decimal negativo que, dependendo da implementação, corresponderá ao ano 1970 ou 1901. Este valor para a data corrente certamente resultará em erros de cálculo e de funcionamento na maior parte dos programas em execução pelo sistema.

Solução

Não há maneira simples de resolver este problema para os sistemas existentes. Alterar a definição do time_t para 64 bits pode quebrar a compatibilidade binária de softwares, dados persistidos e de qualquer sistema que manipule datas representadas no formato binário. Alterar o time_t para um inteiro de 32 bits unsigned (não considera o sinal) pode alterar vários programas que trabalham com diferenças de tempo.

A maioria dos sistemas que suportam a arquitetura de 64 bits já suportam o time_t de 64 bits. A migração para esta arquitetura já está em andamento e muitos esperam que ela esteja completa até 2038. Porém, milhões de sistemas de 32 bits foram instalados até o ano de 2006, muitos em sistemas embarcados, e é muito incerto se eles serão totalmente substituídos até 2038. Apesar de, normalmente, os sistemas serem atualizados num prazo de 18-24 meses, os sistemas embarcados podem operar sem alterações por toda a vida do sistema que controlam. A utilização do time_t de 32 bits foi codificada em alguns formatos de arquivo, como o ZIP, o que significa que o problema pode permanecer por um longo período após a expiração da vida útil das máquinas envolvidas.

A utilização de valores de 64 bits introduz um novo “corte” na data em aproximadamente 290 bilhões de anos, num domingo em 4 de dezembro de 292.277.026.596 as 15:30:08 (UTC). Claramente este problema não é uma questão imediata.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_do_ano_2038.

Se quizer saber mais sobre as várias datas que influem em sistemas computacionais de alguma forma, dê uma olhada no site Critical and Significant Dates. Vc vai ver muita coisa interessante e muita coisa tb inútil. Mas vale a pena gastar alguns segundos nele. Vc já perdeu vários aqui hehehe!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Simpl'antena - Jeito simples de aumentar o ganho de antenas WiFi

Bom, este não é um post dos mais extensos, e sim auto-explicativo.

Quantas vezes você não teve problemas de sinal com seu pequeno receptor WiFi USB Edimax, Dlink ou outros que não têm conector para antena externa? Agora seus problemas acabaram-se !!

Esse projeto é tão simples que nem deveria ser considerado um post. Sabe o que vc usa pra aumentar o sinal desses receptores? Peneira. Como? Eh, isso mesmo que vc tá pensando. Use uma peneira daquelas metálicas de 8", perfure no meio e encaixe seu receptor no meio. Só ficará meio desconfortável usar, se vc não tiver um cabo extensor para USB. Mas a idéia é válida !! Pense que só isso já aumenta 3 dB no ganho da antena, principalmente se o transmissor interno dessas merdinhas for um dipolo de meia-onda grafado direto na placa. Pense nisso !!

Para vcs entenderem melhor, segue uma imagem, abaixo ...


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Receitas do Campo - Algumas Dicas

Os "segredos" para o sucesso na conservação dos alimentos, estão justamente nos cuidados dispensados, desde a seleção da matéria prima, até a elaboração final do produto. Uma conserva tem boa aceitação quando apresentar boa qualidade e aspecto agradável, sem alterações na cor, sabor ou cheiro.

A matéria prima deve ser fresca, de boa qualidade e em ponto certo de amadurecimento, como o requerido pela receita. Devem ser lavados em água de boa qualidade.

As pessoas que vão lidar com os produtos devem estar saudáveis, com bons princípios de higiene.

Os utensílios devem ser de aço inoxidável, bem lavados com água e sabão e bem enxaguados. Vidros reciclados devem ser imersos em solução de água e soda cáustica para retirar qualquer resíduo interno e rótulos. Depois, lavados com água e sabão e bem enxaguados. Colheres de pau e outros utensílios de madeira devem ser imersos numa solução de água e água sanitária antes da lavagem. Todos esses cuidados são necessários para não haver perdas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sistema de som estéreo no Capacete

Bom, quem aqui não dirige moto e sempre achou absurdamente insuportável usar fones de ouvido de qualquer tipo enquanto se está dirigindo, hein? Comigo mesmo, não há fone no mundo (nem mesmo aqueles que entram dentro do canal do ouvido) que me faça sentir confortável na direção e na audição da música. Pensando nisso, eu tive uma idéia há alguns meses de montar um pequeno sistema de som dentro de um capacete, com a ajuda de um amigo.

No entanto, o projeto não deu muito certo pq precisaríamos de alterar a espuma do capacete e, segundo as normas da ABNT, esse capacete não serviria mais. Então, fuçando, achei um tutorial muito mais simples mostrando como criar o mesmo. Estou seriamente tentado a fazê-lo em um capacete mais barato só pra ver como fica. Então, lá vai mais um tutorial da série Gambiarras: Faça você mesmo!

Sistema de som estéreo no capacete

Galera, vou fazer um tutorial rápido de como montar um sistema de som estéreo no capacete.

Não liguem para a qualidade das fotos, pois foram tiradas com o celular.

Vamos lá!!!

Material...

OpenCourseWare: Estude no MIT, sem sair de casa

Deu no BR-Linux: OpenCourseWare: Estude no MIT, sem sair de casa...

“O OpenCourseWare, é um programa que objetiva abrir todo o conteúdo dos cursos do MIT na internet, sob licença CC, que permite a tradução para qualquer idioma e o uso por qualquer um que deseje - educadores ou alunos.

São mais de 1800 cursos, de Antropologia a Ciência da Computação, contendo textos, exercícios, notas de aulas, e mais de 800 aulas em vídeo - muitas delas, com legendas e transcrição.

Veja mais detalhes e links. Explore, use, divulgue e, principalmente, mostre esse material aos seus professores. Se for o caso, provoque-os com uma pergunta inocente: “por que suas aulas não são assim?””

Enviado por Fábio Prudente (flsp70Θy...) - referência (fprudente.blogspot.com).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Receitas do Campo - Geléias

Finalmente, a parte que mais gosto de todas as receitas ... Geleia !!

Geléia é uma conserva feita com o suco da fruta e açúcar. Quando fria, a geléia é gelatinosa e transparente, é lisa e macia e quando cortada não agarra na colher ou faca. Conserva aroma e sabor característicos da fruta escolhida (em inglês "jelly").

Também são chamadas geléias (em inglês "jam") os doces pastosos, de massa mole, que são feitos da massa da fruta e açúcar, diferentes dos doces de massa, mais consistentes, de colher ou de cortar (em barras).

Para o "ponto de geléia" são necessários; a pectina, o ácido e o açúcar. Nem todas as frutas têm quantidade suficiente de pectina para se transformar em geléía, mas pode-se acrescentar pectina comprada, já pronta, ou prepará-la em casa. A pectina é básica para tornar a geléia gelatinosa.

Para saber se o suco da fruta contém pectina: misturar partes iguais de álcool 96º (álcool comum) e suco. Se formar uma pasta gelatinosa, o suco contém pectina.

Há frutas ricas em pectina, adquirem o ponto desejado naturalmente: frutas cítricas, goiaba, pitanga, amora. Outras frutas necessitam a adição de pectina: morango, uva, jabuticaba, cagaita.

Para obter melhor resultado, usar porções iguais de frutas pouco maduras (de vez) e maduras.