quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Curiosidade curiosas

Como eu estava muito sem criatividade pra postar alguma coisa útil nesse blog, resolvi ir atrás de umas curiosidades bem curiosas ... Eu achei várias, e então resolvi postar aqui para todos poderem acompanhar ...

Tudo bem que eu não gosto de feijão, mas são coisas que um dia salvarão a humanidade, sabia ??

· O feijão está entre os alimentos mais antigos da história da humanidade.

· Você sabia que a Índia é um dos países de origem do arroz? Diz a lenda que a deusa Shiva Chamava o arroz de Vrihi. Por essa ligação divina é que o arroz é muito respeitado por lá. É como se fosse um presente dos deuses.

· O Brasil é o maior produtor e consumidor mundial de feijão.


· Em algumas vilas no sudeste da Ásia, os fazendeiros ainda comparam o grão de arroz com grão de ouro!

· Os feijões-das-águas e os feijões-da-seca eram, ou ainda são, as duas colheitas do ano. Eram plantados assim que se quebrava o milho, para os ramos se entrelaçarem nas canas secas.

· Os árabes acreditam que o arroz se originou de uma gota de suor de Maomé. Já os chineses contam que durante uma grande fome, os habitantes da região Sichuam enviaram pássaros aos deuses pedindo um alimento para aliviar a sua fome, e como resposta os pássaros trouxeram grão de arroz.

· A principal alquimia da culinária brasileira é o controle do contraste entre o salgado, doce e amargo. E o feijão entra em todas elas. Tanto é que "feijão salgado" além de se o mais utilizado na culinária, significa "panela em que todos mexem...". Doce de feijão é pouco usado por brasileiros, mas é comum entre os nipo-brasilerios. Jurubeba em conserva amassada no feijão faz um apreciado casamento culinário, e tem quem faz uso diariamente.

· Em muitas línguas asiáticas algumas palavras e expressões estão relacionadas ao arroz. No Vietnã, quando alguém encontra um amigo passando com seu filho pequeno e deseja saber como anda a criança ele pergunta: "Quantas tigelas de arroz ele comeu hoje?". Na Tailândia a palavra refeição significa "comer arroz".

· O feijão Pagão é aquele apenas cozido e sem amassar, guardado na geladeira para ser consumido ao longo da semana. Antes da geladeira, era hábito cozinhar somente o do uso do dia para não azedar.

· O arroz é o personagem principal de uma das mais importantes festas na Malásia. Ela homenageia o deus criador (Konoingan) , que sacrificou sua única filha para que ela se convertesse num alimento, obviamente, o arroz.

· Para conservar, guardar e não carunchar, o feijão era misturado a terra de cupinzeiro, talvez por causa da liga que essa terra contém.

· A casca do arroz é um dos resíduos mais versáteis que existe. Ela pode ser utilizada como fonte de energia em usinas termelétricas e como fonte de sílica, utilizada na produção de pastas de dente e pneus. A casca de arroz pode virar aglomerado na produção de chapas de madeira, com baixo custo e altíssima qualidade. E assim pode ser produzidos moveis derrubando menos árvores. Pesquisadores descobriram que a casca do arroz também pode ser utilizada nos compostos de argamassa e cimento para a fabricação de pré-moldados. Isso pode reduzir até trinta por cento do custo da fabricação de casa populares.

· Os feijões ficam mais macios quando levados ao fogo em água fria e cozidos lentamente. Ao adicionar mais água, não se esqueça de que ela deve ser fria.

· Os arrozais das Filipinas são tão impressionantes que a UNESCO os tombou como patrimônio da Humanidade.

· O feijão só deve ser temperado com sal quando estiver concluído o cozimento.

· Como surgiu o hábito de jogar arroz nos recém-casados? Certa vez, na antiga China, um mandarim poderoso quis dar prova de vida farta. Então fez com que o casamento de sua filha se realizasse sob uma "chuva" de arroz, iniciando a tradição.

· Se o feijão ficou salgado, ponha algumas folhas de couve ou rodelas de batata cruas para cozinhar com ele.

· Você sabia que os chineses ofereciam arroz aos mortos? Um antigo rito chinês consista em colocar uma tigela de arroz cozido, com um par de pauzinhos (fachis) espetados na posição vertical aos pés do morto, para que ele possa se alimentar em sua viagem para o além.