sábado, 23 de junho de 2007

Festa Animada

Testando Mp3 no Blogger





Alexander_Calling_from_Help.mp3
From Skina 35









Alexander_The_World_in_your_Mind.mp3
From Skina 35

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Heroes - 1x23 - How to Stop a Exploding Man




"O futuro não foi gravado em pedra!"
(Claire Bennet em "How to Stop an Exploding Man")





Muita gente está dizendo por aí que o capítulo final de Heroes foi fraquinho. Eu vou ter que veementemente discordar e dizer o porquê ... Vamos lá !!

O que dizer sobre o Episódio Final de Heroes?

Muita gente vai discordar. Muita gente não curtiu. A maioria dos fãs, tanto brasileiros quanto americanos e canadenses, pelo menos com quem eu conversei sobre a série, achou o episódio fraco. Pois eu discordo.

Heroes não é uma série de ação. É um drama épico que narra a vida de pessoas comuns que descobrem ter habilidades extraordinárias. Não estamos falando de X-Men ou de Smallville. Heroes não é - graças a Deus - uma série como 24 Horas. Eu diria, aliás, que Heroes está muito mais para Arquivo X do que pra qualquer uma dessas histórias citadas anteriormente. E foi por isso que eu, particularmente, considero "How to Stop an Exploding Man" um dos melhores Season Finales que eu já assisti.


Tá certo. As perguntas são inúmeras. "Por que o Peter não voou sozinho?", "O que fez o Nathan mudar de idéia?", "Por que dessa vez foi tão fácil derrubar o Sylar?" Todas as respostas, entretanto, estão claras como água na minha cabeça.

Primeiro a questão do Peter. Durante a série inteira - exceto em "Five Years Gone" - vimos o personagem desenvolvendo lentamente sua capacidade de controlar os poderes absorvidos. Vimos também um Peter confuso, imerso em dúvidas que qualquer um certamente teria. Quem é o herói? Quem é o vilão? Como salvar o mundo? O que não vimos, e agora eu desafio qualquer um a me contrariar, foi o Peter usando mais de um poder ao mesmo tempo. A não ser em "Five Years Gone", que por motivos óbvios o personagem foi capaz de usar a telecinese enquanto estava invisível - veja bem, óbvios porque cinco anos depois da bomba ele já tinha no mínimo controle sobre essas duas habilidades, Peter jamais foi capaz de usar mais de um poder ao mesmo tempo. Quando usou, entrou em colapso e teve que ser impedido por Claude. Alguém se lembra? Onde eu quero chegar? Simples: Peter não voou porque ainda não tem total controle sobre seu poder e não pode - ainda - usar mais de uma habilidade por vez.

Mas então, o que fez o Nathan mudar de idéia? O que fê-lo ver que o futuro realmente não é gravado em pedra? A coragem de Peter? A audácia de Claire? O esforço de Hiro? Não só um, mas todos eles. Foi a seqüência de acontecimentos que fez o senador escolher as milhares de vidas. Mas terá morrido? Não acredito. Ainda há espaço para especulações acerca desse assunto. O relevante, entretanto, é dizer que foi o abraço que Claire lhe deu e a determinação, tanto de Peter quanto de Hiro em salvar aquelas pessoas, que o fez ver que o mundo não gira em torno de seu umbigo. É fácil perceber isso revendo os episódios. Nathan teve uma evolução sutil de caráter, assim como o Mr. Bennet...

Dando uma pausa na seqüência de questões que fizeram muitos não gostar do episódio final, vamos falar de uma cena que me deu algumas pistas. Prestaram atenção à conversa entre entre Angela Petrelli e Charles Deveaux? Logo no início temos a dica de que Linderman já cometeu um erro outras vezes. A aposta no irmão errado não é a primeira, e ambos sabiam que Peter iria morrer, que ele era a bomba. “Um de nós dois estará certo”. Apostas?

Mas o que mais chama atenção a essa cena é a confusão que causa no espectador o fato ninguém poder dizer se o que está acontecendo é um sonho, uma viagem no tempo ou uma conversa com espíritos. Isso fica claro, entretanto, ao final dela. Pra mim não restam dúvidas de que a capacidade de comunicar-se através dos sonhos é resultado da relação entre Peter e Charles. Não foi uma nem duas vezes que Charles apareceu para Peter em sonhos e lhe deu conselhos sobre o que fazer. Dessa vez, entretanto, foi diferente. Essa conversa foi crucial para que Peter obtivesse sucesso no confronto com Sylar.

Dessa vez Peter entendeu o que estava acontecendo, e para os mais lentos, eu explico: Linderman e Angela são os personagens centrais da trama que envolve a bomba, Peter, Nova Iorque e .07% da população mundial. Charles não deu pistas de que concordasse com o plano, e sinceramente eu não acredito que ele fosse parte disso. Ele só estava a par de tudo, mas não havia nada que ele pudesse fazer. Mas algumas respostas virão somente na próxima temporada, quando conheceremos um pouco mais sobre a linhagem que antecede os heróis que já conhecemos.

Devo ressaltar que finalmente descobrimos o nome do pai de Claire. Noah. Um nome bonito, na minha opinião. Já era esperado algo nesse sentido. Gabriel, Peter, Eden e Micah são nomes bíblicos, e há muito especulava-se sobre um nome semelhante. Noah. Noé. Na bíblia, Noé foi o escolhido de Deus para construir uma arca que serviria como provisão pela qual todos os seres vivos sobreviveriam ao grande Dilúvio. A história de Noé na bíblia é deveras diferente da história de Noah Bennet. O Noé bíblico já nasceu abençoado e, segundo os relatos do apócrifo de Enoque, com feições e natureza diferentes de todos os homens. "Eu tive um filho estranho, diferente de qualquer homem, e a sua aparência é como a dos filhos de Deus do céu; e a sua natureza é diferente e não é como um de nós." Já o nosso Noah sofreu diversas mudanças, porém de forma bastante abrupta, no decorrer da série.

Vejamos: Bennet foi apresentado ao público como uma figura misteriosa, sombria, possivelmente um vilão. Em seguida se mostrou mais bem intencionado do que parecia, afinal de contas ele só queria proteger a própria filha. Entretanto, quando descobrimos as verdadeiras intenções da Companhia, Bennet acabou recebendo o rótulo de anti-herói - até o episódio 1x17. Em "Company Man" vimos as reais intenções de Bennet. Tanto no episódio quanto nos quadrinhos que o seguiram, Bennet acabou demonstrando uma índole cada vez melhor, aproximando-se lentamente da alcunha de "Herói" - apesar de não ter poderes -, até arriscar-se no episódio final de Heroes. Eis um personagem que surpreendeu por diversas vezes no decorrer da série. Eis um personagem que merece estar em uma série que trata de pessoas especiais.

Mas voltando para as perguntas sobre o episódio. A questão de Sylar.

Por que foi tão fácil derrotá-lo dessa vez? Por que foi tão rápida a seqüência de luta? Mais uma vez vejo as coisas claras como água. Peter jamais teria conseguido impedir Sylar sozinho. Sylar tinha total controle sobre seus poderes - e isso não deve ser colocado em questão, já que ele tem tanto a memória eidética de Charlie quanto a aptidão intuitiva, que lhe era nata - enquanto Peter mal conseguia ativar as suas habilidades. Além disso, dentre todas as habilidades que Peter efetivamente tem - desconsidere as que ele desconhece, como manipulação do tempo e espaço e todas as outras que o Sylar roubou -, apenas a telecinese pode ser considerada uma habilidade efetiva em uma batalha. Enquanto isso, Sylar tem sua criogenia, telecinese e o controle total sobre o poder de Ted, que apesar de também ser uma das habilidades de Peter, ser também aquela que ele jamais poderia usar, exatamente por não saber até onde ela poderia ir.

Peter não seria páreo para Sylar. E desde o início da batalha vimos que o empata não sobreviveria sem a intervenção de Matt [o que diabos ele poderia fazer com telepatia?] e Niki – e cara, que intervenção incrível. Engulam o que disseram os que não gostavam dela. Uma só porrada e o Sylar foi a nocaute.

A cena da batalha foi, sim, incrivelmente emocionante. Eu não esperava corpos voando e jatos de fogo explodindo uns contra os outros. Esperava uma batalha psicológica, como foram os dois episódios anteriores. Uma batalha de conhecimento acerca dos próprios poderes e, porque não dizer de auto-conhecimento? Como já foi dito logo no início desse post, Heroes se encaixa na categoria drama, não ação.

Os 30 minutos iniciais enrolaram? Jamais! Eram absolutamente necessários para o desfecho da série. E que desfecho! Não havia como ser diferente. Não tinha como evitar aquele final. Se a explosão não acontecesse, a audiência ficaria decepcionada. Se ela acontecesse, a audiência ficaria revoltada. Revoltada? Pois é. Caso alguns não se lembrem, há seis anos atrás um terrível atentado aterrorizou os habitantes de Nova Iorque, matando milhares de inocentes. Não estou dizendo que eu concorde que essa é uma desculpa para a bomba não acontecer e, muito menos, que eu concorde com toda essa histeria coletiva que sobrevive até hoje. Não vou discutir política, muito menos sociologia por aqui. Mas considerem que o povo americano ainda sofre com o trauma causado por aquele atentado. Era mais do que óbvio que os produtores jamais permitiriam que Nova Iorque fosse devastada por uma bomba nuclear. Pois no frigir dos ovos, eles representam .07% da audiência mundial de Heroes, hehehehehe...

Esse discurso todo tentando justificar a não-explosão da bomba no meio do Kirby Plaza talvez não convença aos mais radicais. E francamente, não é a intenção. O que eu quero dizer com tudo isso é que, inevitavelmente, alguém teria que impedir o Peter. Que final mais dramático do que o irmão incrédulo finalmente aceitando seu destino como salvador da humanidade e, tomando o irmão guerreiro nos braços, se sacrificando para um fim justo? Que batalha melhor do que aquela que uniu os personagens que acompanhamos lentamente ao longo de 23 episódios?

Eu, particularmente, me emocionei com a cena. Tenho certeza de que muita gente - fãs de Heroes de verdade, que entendem o espírito, a idéia, o conceito da série - compartilham dessa emoção comigo.
Digo mais. Digo que essas mesmas pessoas aceitaram numa boa o fato de Hiro ter ido parar no Japão feudal, na zona rural de Kyoto, e tendo o primeiro vislumbre da verdadeira figura de Takezo Kensei, sem achar que é bobagem ele ter perdido o controle dos seus poderes mais uma vez, porque entendem que a sensibilidade do personagem vai além das gracinhas e do lado cômico. Repararam em algum "símbolo" bastante familiar na cena final do episódio?

Destaque pra forma autêntica com que Hiro disse o clássico "yatta" após apunhalar Sylar e, claro, para a grande virada no núcleo do qual fazem parte Niki e Jessica, não deixando dúvidas de que a superforça era, de fato, o poder de Niki, e eliminando as possibilidades de possessão: O que vimos foi a vitória de Niki sobre Jéssica, mas com o fator agravante de que isso só se deu por causa de Micah. Jessica desistiu? Abriu mão do controle sobre o corpo de Niki? Ficou claro, pelo menos, que ambas eram uma fissura na mente de Niki, e Jessica abdicou do controle sobre o corpo em prol da família, mas não sem antes ter certeza de que Niki era forte o suficiente para manter-se de pé sozinha.

Bem, eu tentei com todos os argumentos que me vieram à cabeça mostrar que esse episódio foi, sim, um excelente final de temporada. Não cabe a mim, entretanto, mudar os conceitos de ninguém. A quem interessar possa, fiquem ligados no site da NBC para maiores informações sobre o spin-off de Heroes, com seis episódios que contarão a história de novos personagens.

Outra coisa ... Se vcs lerem os Spoilers que correm pela internet, vcs saberão de coisas novas ...

Vou adiantar só uma ... Sylar não morreu !! Vocês notaram que quando Sylar foi atingido por Hiro, nos olhos deles aparecem todos os heroes que ele matou e no final aparece o proprio Sylar e o olho fica branco, dando para entender que ele morreu. Eu acho que ele perdeu todos os poderes e o rastro de sangue é de um Sylar sem poder.

Mas, não vou me estender aki ... Já escrevi demais por hoje. Só espero que esse Posto o E-Milho não copie hehehehe !!!
Flws meus amigos !!

Adobe Creative Suite x M$ Silverlight x JavaFX


Bom, como eu sempre faço quando acho alguma coisa que não me agrada, aqui estou para falar (mal) de três tecnologias que estão vindo para marcar o terreno das apresentações multimídia na internet. O Flash integrado com o Soapbox, o M$ Silverlight e a nova estrela do momento, o JavaFX.

Depois de comprar a Macromedia, com seus poderosos Flash e Dreamweaver, A Adobe passou a mostrar um desembaraço inédito na web. A suite Creative Suite 3 está vindo para dar um novo ar ao que já era praticamente padrão. O Flash, entre outros melhoramentos, está recebendo um upgrade na sua estrutura para fazer ainda melhor o que já faz muito bem. Detalhe, Creative Suite não é só Flash, mas várias aplicações voltadas para desenvolvimento de RIAs, ou Rich Interface Applications. Imaginem agora, Flash com qualidade de imagem do Photoshop, vídeo como o Premiere e Áudio como o Audition ?? Eh, será uma difícil luta pela frente ...

Já a M$ está começando no mercado "lucrativo" de RIAs com seu novo "Luz Prateada" ou Silverlight. Silverlight é um plug-in para browsers (que pena que o IE ainda não se tornou um) que permite a provedores de conteúdo oferecer experiências de vídeo rico e mídia interativa a partir dos sites. A tecnologia, que integra o novo sistema gráfico do Windows, o Windows Presentation Foundation (WPF), será a utilizada para fazer funcionar os "poderosos" gráficos e experiência visual do Silverlight. A M$ diz que será possível usar o plugin em plataformas "alternativas", segundo palavras de fontes microsofteanas. Só espero não ter que usar a vbrun.dll nem a comctrl32.dll no Linux.

Continuando, temos o JavaFX, da Sun. O JavaFX Script é a plataforma que a Sun está desenvolvendo que permitirá a criação de aplicações que rodarão em qualquer dispositivo equipado com JRE (Java Runtime Environment), a tradicional máquina virtual usada por aplicativos Java. Com nova linguagem, a idéia da Sun é simplificar o desenvolvimento de RIAs (Rich Internet Applications) na plataforma Java. Todos os componentes da JavaFX Script serão licenciados sob a GPL, em regime de código aberto.

A JavaFX possui dois componentes principais: a linguagem JavaFX Script e o sistema JavaFX Mobile para dispositivos móveis. As novidades foram divulgadas na JavaOne 2007, evento da Sun para desenvolvedores.

O sistema JavaFX Mobile é voltado para celulares, handhelds e outros dispositivos móveis. Para acelerar o desenvolvimento do novo sistema, a Sun adquiriu tecnologias da empresa SavaJe, especializada soluções de mobilidade.

Tirando estas três grandes titãs do mundo multimídia, existem ainda algumas alternativas mantidas por comunidades, como o projeto OpenLaszlo, a linguagem Ruby e ambientes para desenvolvimento em Ajax.

Bem, é isso ... As armas estão à mesa, só falta escolhermos a melhor para nossas necessidades e ir à luta !!

terça-feira, 19 de junho de 2007

Dança do Siri no Jornal Nacional

A moda já pegou, depois de Silvio Santos e Gugu entrarem na Dança do Siri, criada pelo Pânico na TV, programa humorístico da Rede TV em franco crescimento e sucesso.

Quem anda aprontando agora são os fãs do programa que não perdem a oportunidade de aparecer em rede nacional, melhor ainda quando é ao vivo e na toda poderosa Rede Globo. Dessa vez conseguiram aparecer em pleno Jornal Nacional, detalhe no final do vídeo que nem a apresentadora Sandra Annenberg consegue segurar o riso.



Clique aqui e confira também os bastidores do vídeo.

Até a próxima.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Cinco razões para NÃO usar Linux - Colaboração: Ulisses Leitão

Cinco razões para NÃO usar Linux
Colaboração: Ulisses Leitão
Em um artigo bem engraçado, Steven da Linux Watch nos diverte com o seu humor refinado. O texto foi contextualizado para o Brasil...Leia o artigo do diretor da Flux Softwares, Ulisses Leitão, sobre o assunto
Eu adoro Linux! Eu o utilizo em meus servidores, em meus desktops e estações de trabalho. Utilizo Linux nas minhas estações de Jogos e de Multimídia, onde ele opera o meu sistema de gravação de vídeos HDTV TiVo, juntamente com meu Home Theater com suporte Wireless pelo D-Link DSM-320, o que transforma a minha rede doméstica em uma pequena biblioteca de Vídeo de Terabytes de capacidade! É verdade, eu rodo ainda Linux embarcado em meu Acess Point LinkSys WRT54G, onde toda a tralha se conecta à internet com segurança.
Mas, Linux realmente não é para qualquer um. Sério! Deixe-me apresentar as minhas cinco principais razões para lhe convencer a NUNCA cair na besteira de pensar em migrar para Linux.
1. Razão número um: Linux é muito complicado
Mesmo com estas interfaces gráficas modernas, tipo KDE, Gnome e XFCE, embora em 99,9% do tempo você tenha apenas que usar o mouse, pode ser que em algum momento ? apenas possível, nem mesmo provável ? você seja obrigado a usar uma horrível linha de comando e escrever comandos complicadíssimos como ls para listar arquivos de um diretório ou cd para mudar de diretório, ou editar um mísero arquivo de configuração!
Veja, se você compara isto com o Windows, onde você em algum momento precisará de utilizar uma linha de comando DOS ? apenas possível, nem mesmo provável ? tendo que digitar dir para listar arquivos de um diretório e cd para mudar de diretório, ou que você tenha que editar um arquivo Windows Registry onde, os técnicos lhe dirão, apenas uma linha poderá comprometer o seu sistema de tal forma que você terá de reinstalá-lo do zero. Quanta diferença!

sábado, 16 de junho de 2007

Amor ao Slackware


Sim, sumi por um tempo, mas com o coração sempre aqui. Estava meio complicado, o meu trabalho e a minha faculdade estão me tomando tempo. Mas eu sempre volto.

Assim, quero explicar um fato curioso que me ocorreu recentemente, quando uma pessoa das quais eu converso me perguntou o motivo de eu usar Slackware e não Debian.

Esse artigo, então, é como um convite ao usuário que tem vontade de experimentar, aspirando esclarecer todo e qualquer mal entendido que rola pra distribuição, que é bem injustiçada por sinal. E, primeiramente, é bom advertir algumas coisas que tu precisa saber caso queira usar o Slackware:

- Esqueça tudo o que você sabe do teu sistema operacional ou distribuição Linux.
- Slackware não tenta imitar o Windows ou o MacOS X. Slackware tenta imitar o Unix.
- Slackware não te ajuda muita coisa, é você com você (e o Google caso dê errado).
- Slackware segue o padrão KISS. Keep It Simple, Stupid. Isso diz tudo.
- Aprenda a usar um editor de texto. Vi/Vim (weee \o/), nano/pico, mcedit, jed, kedit, kwrite, gedit, kate, enfim.
- Aprenda a usar comandos. cd, mv, cp, rm, pwd, grep, cat, dmesg, tail, ln, head, etc.
- Aprenda a estrutura de diretórios do Linux.

Sabendo de todas as situações que citei acima, você está pronto para prosseguir.

Então, por quê eu uso Slackware?

1) A Facilidade.

Que venham as pedras, ovos e tomates, mas Slackware é fácil. É simplesmente completo, em 3 mágicos CDs eu tenho absolutamente tudo. Uma base sólida, dois ambientes desktop (KDE e XFCE, eu não gosto dos dois, por isso uso DropLine Gnome) e programas. Muitos programas, pra todos os gostos. Modo texto e modo gráfico.

Todas as configurações são feitas em modo texto, que é rápido, fácil e intuitivo (sim, eu disse isso). Você modifica diretamente arquivos de configurações. Uma vez conhecendo as entranhas do seu sistema, tu faz absolutamente tudo. Assim, eu não entendo o motivo das dificuldades que todos falam. Pois, os arquivos são extremamente bem comentados, onde você interage com tudo, e não com o que a gui deixa. E em qualquer acontecimento fora do normal que você por acaso causou, os manuais ajudam bastante.

Ou seja, você conhece Linux? Você sabe usar Slackware! Você conhece ferramentas e menus coloridos? Você então não usa Linux.

2) A Estabilidade.

No meu desktop, o Slackware é instalado apenas uma vez. Eu instalo, ele funciona, eu não mexo nunca mais. Meus arquivos de configuração (fstab, xorg.conf, inittab, rc.local e outros) são sempre os mesmos. Eu não tenho qualquer tipo de problema com eles. Tudo funciona como mágica.

Eu não preciso remover o yum.pid, usar um apt-get -f install, sofrer com pacotes quebrados (ou com meta-dados incorretos), repositórios fora do ar, programas desatualizados, ausência de libs, enfim. Do jeito que se instala se usa. E do jeito que se configura, ele se mantém.

3) O Gerenciamento de Pacotes.

Os pacotes tgz foi o primeiro sistema de gerenciamento de pacotes implementado no Linux, que se mantém o mesmo até os dias atuais. E é muito simples. Dentro do TGZ vem os arquivos pré-compilados e organizados na estrutura de diretórios, para serem somentes descompactados e entrarem em funcionamento. De Slackware pra Slackware. Eles quebram um galho muito grande. E também, tu pode construir o teu pacote pro teu sistema, com o checkinstall ou com o SlackBuild. Inclusive podendo otimizar com o SlackBuild, não deixando a dever nada a nenhum Gentoo.

Baixando os CDs 4, 5 e 6 (e 3 e 4, nas versões anteriores ao 11) você pode utilizar as sources, alterar o SlackBuild e reempacotar para seu Athlon 64, Core2 Duo e etc, não ficando com o computador “inutilizado” até ficar tudo pronto, como acontece no Gentoo. (isso puxa o próximo tópico).

Os pacotes também não tem qualquer sistema de verificação de dependência. Instalou o pacote (ou foi compilar e deu erro no ./configure), chamou o programa se deu falta de dependência, ele dirá! Volta lá no LinuxPackages ou no Slacky e baixa o que faltou. Instala e pronto. Muitos simplesmente não gostam de ter que corrigir as dependências na unha, mas eu acho que isso é realmente interessante. Motivo? Se o pacote que você instalou deu errado, você simplesmente remove e procura outro! Deixa um pacote vir errado no Debian ou no Ubuntu, e me conta o que houve com o sistema depois!

4) Slackware roda até num 486

Adoro tópicos no estilo “Qual distribuição eu uso no meu Pentium 133″. Todos recomendam mil distros. Damn Small, Xubuntu (hehe), Vector, Kurumin Light e até RedHat 7.2 entra na dança. Mas primeiro, ninguém dos que respondem usaram Slackware ou alguma das distros aí citadas em configurações semelhantes. E segundo, quase ninguém (exceto eu e outros conhecedores da distro que usam) recomendam o Slackware. O mais engraçado é que todos se esquecem (ou simplesmente não sabem), que o Slackware é feito para processadores Intel 486 e/ou superior! Não obstante, o Slackware (e o KDE que acompanha) é empacotado inteiramente por dois 486, do Patrick Volkerding!

Claro, você não pode se enganar pensando que vai rolar o KDE num bichinho desses, não zoa. :P Porém, você pode usar vários programas em modo texto, um dos gerenciadores de janela leves que ele acompanha (FluxBox, WindowMaker, TWM, FVWM) e rodar aplicações simples do X.

Também, você pode fazer terminais remotos de X com esse bicho + Slackware. Você deixa a sua sucata totalmente funcional, os únicos gargalos serão o monitor, que num micro desses mal deve pegar 1024×768@256 cores.

Você também poderá mesclar aplicações! Por exemplo, tu tem dois computadores e um modem ADSL bridgeado? Coloque outra placa de rede (Realtek é 15 conto :)) na tua sucata e faça um servidorzinho pro seu modem, com DHCP pro seu computador bom, que estará rodando Linux também, e configure um XDMCP no micro mais novo. Sua sucata conecta na internet e passa o acesso pro seu outro computador. E o seu outro computador tem um servidor XDMCP e devolve o ambiete gráfico pra sua sucata, os programas rodarão no seu computador bom e você tem um segundo terminal pro seu irmão pentelho usar enquanto você tá no outro micro. As possibilidades são infindas.

5) Slackware te dá as ferramentas certas.

O Slackware tem ferramentas que servem pra auxiliar o usuário. A partir do pkgtool (gerenciamento de pacotes) pode-se puxar as outras ferramentas (opção SETUP), que configuram o modem discado (só serve se for HardModem ou externo), mouse, rede, timezone, gerenciador de janelas e etc. São os scripts de configuração realizados após a instalação da distribuição, e o melhor é que eles não são primordiais para o funcionamento! Pois, as mesmas configurações que tu faz neles são feitas também nos arquivos de configuração a que eles se destinam.

Eu explico. Você pode configurar a rede através do netconfig (ou pkgtool -> Setup -> seleciona Network e dá OK, ele abrirá o netconfig) ou ir diretamente no /etc/rc.d/rc.inet1.conf, inserir os mesmos dados que o netconfig pergunta no arquivo. Tudo bem demarcado, sem ter nem como errar. São as únicas ferramentas onde o Slackware auxilia o usuário.

Do mesmo modo que as ferramentas não são primordiais, elas podem ser removidas e o sistema continuar intacto. Remove o aptitude, o dpkg-reconfigure e o apt-get do Debian e me conta como é que fica.

6) Slackware vem com os programas certos.

Slackware não é socialista, que segue aquela filosofia ridícula de só vir com programas OpenSource. Slackware só fica a dever programas que são ilegais nos Estados Unidos (libdvdcss, por exemplo. Precisa instalar à parte). Slackware vem com codecs pra MP3, MPG, Java (JDK e JRE por exemplo) e outros programas que os socialistas condenam mas os usários instalam.

7) O init do Slackware é perfeito.

Slackware tem um init simples e funcional. Primeiramente, a tabela de inicialização é diferente das outras distribuições, segue:

init 0 = Desliga.
init 1 = Single User;
init 2 = Desuso, mas configurado igual ao 3;
init 3 = Multi User;
init 4 = Multi User gerenciado pelo modo gráfico (GDM/KDM/XDM);
init 5 = Desuso, mas configurado igual ao 3;
init 6 = Reboot.

No inittab, o runlevel padrão é o init 3, que depois da instalação te põe numa tela em modo texto pedindo login. (Para o login ser feito em modo gráfico, deve se alterar o inittab para usar por padrão o init 4). Depois, toda a inicialização do sistema é feita no diretório /etc/rc.d. O primeiro arquivo chamado pelo inittab é o /etc/rc.d/rc.S, se o runlevel padrão for o 3 ou 4, o rc.S chama o rc.M, e se runlevel padrão for o 4, o rc.M chama o rc.4. E são eles que chamam os outros scripts no mesmo diretório, como rc.alsa, rc.cups, rc.bind, rc.samba, o GDM/KDM/XDM, e etc.

Os serviços também são desativados apenas tirando o nivel de execução (chmod -x rc.serviçoquetunaoquer), e no próximo reboot ele não será mais chamado. Simples assim. Nada como uma bagunça na /etc/init.d, com trezentos links simbólicos de programas que as vezes você nem tem. Tudo extremamente fácil e extremamente simples.

Não há limites para o seu Slackware.

Não há limites pro Slackware. Ele tem um grande repositório de TGZs em sites especializados), todos os tarballs e bzballs são compilados sem esforço nenhum, tem todas as libs necessárias, a documentação é vasta, a estabilidade é grande, os fóruns são fortes, ele geralmente é a porta de saída do Linux (quem usa resolve conhecer outros sistemas, como FreeBSD e Solaris) e os usuários são inteligentes (pelo menos 80% deles). Tendo os requisitos que mencionei acima, você pode ser um Slackware User. TEnha perseverança e não desista. Pois se você não faz vista grossa aos erros do teu Ubuntu, provavelmente, o Slackware é a distribuição certa pra você! E o Patrick está para lançar a nova versão do Slackware, a 12, com o kernel 2.6.21.5, GCC 4, versões novas da Glibc e do Xorg e ainda suporte a Xgl e ao Compiz ... Cada vez melhor !!

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Surpresas e Incertezas ...


- Hey, onde você pensa que está indo?
- Estou entrando para falar com o seu chefe.
- Você não pode entrar sem autorização!!
- É mesmo? Então veremos.
- A-a-afaste-se, senão eu ... argh!
...
- Quem é você? O que você quer?
- Eu vim buscar aquilo que você me tirou de mais precioso!
(puft) (soc)
- Argh!! O que você quizer pegar leve, mas não me mate, por favor !!
- Matar ... Palavra interessante. Passamos a maior parte de nossas vidas matando e, no final, imploramos por mais um momento de vida. Mas, o que eu vim buscar não pode ser comprado.
- Leve o que eu tenho, por favor, eu lhe imploro!
- Claro, como desejar!
- N-ã-ã-ã-ã-ã-ã-ã-ã-o-o-o-o-o-!!!!!!........
...

A carroça vem se aproximando lentamente, e nela há três pessoas. Uma carrega um bandolin, e as outras duas são uma alta e a outra baixa. Vestem capuzes, o que não permite enchergar seus rostos nem suas intenções ... Com a aproximação da carroça, Vinde sai de seu esconderijo e se coloca ao lado da estrada, por onde a mesma está passando.

Vinde: Olá forasteiros, quais sendas os trazem à estas terras de Abborlon?
Forasteiro: O que nos trás a esta terra? Bom, é difícil dizer. eu bem que poderia dizer que estamos atrás de aventuras e tesouros, mulheres e bebida, masmorras e dragões. Mas não é isto o que estamos procurando.

Meio sem jeito, ele faz outra pergunta:

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Abborlon e Memórias Esquecidas


"...Dracólia, terra de monstros, elfos, homens e anões,
O que será que espera nesta terra de aventuras,
Desvendar mistérios do passado, salvar donzelas de dragões ?
Apenas o destino lhe dirá aquilo que procuras..."

( Laucian "O Falante", Ano 1621 - 5ª Era)

Várias semanas se passaram desde o episódio do dragão na floresta a caminho de Abborlon e inúmeros fatos estranhos vem acontecendo na região da cidade onde meu amigo Vincent mora, desde nossa última batalha na caçada do dragão negro adolescente, há alguns anos. Desde então, cada um tomou seu destino. Eu me tornei alto-rei de ; o bardo Laucian, "O Falante" tornou-se um excelente menestrel e contador de histórias, além de ter aprimorado aquela incrível (e muito chata, diga-se de passagem) habilidade de descobrir qualquer informação que ele deseja; O anão Parunthor, com sua "maravilhosa" sinceridade, somente superada pela sua terrível característica de ser rabugento ... Nunca chame ele de baixinho, se você não quizer comprar um problema nem mostre esse texto para ele, senão meus dias como um guardião terminarão com um retumbar de seu martelo hehehe. Ah, não posso esquecer do druida Eul; Ele era meio introspectivo, conversava mais com as plantas e animais que conosco, mas era gente boa. Ele e o Parunthor que as vezes tinham discussões que faziam todos rirmos, claro, sem antes ouvirmos os resmungos do anão ou os gelos por parte do Eul. Só que, ao contrário deles, eu só me juntei ao grupo bem mais tarde, quando meu meio-irmão tomou para si a tarefa de se vingar de mim, por atos escusos que eu causei no passado.

Tirando estes pequenos problemas, que na verdade não eram problemas, nós viajamos bastante tempo a procura de tesouros, mulheres, ou mesmo informações úteis, como diria Laucian.

domingo, 10 de junho de 2007

Primeiro programa em C


Gente, vou contar para vocês ... Me senti renovado hoje ...
Eu estava a ajudar um amigo em um problema em C, e nisso eu acabei mexendo no código dele, diga-se de passagem, baguncei mais ainda ... Eu não programo em C e ele não programa em Delphi ...
Então, eu resolvi escrever o código todo do zero, pedindo ajuda a ele sobre as estruturas até que consegui concluir o código ... No começo deu tanto erro que nem cabia na janela do terminal ...

gcc pal.c
./pal.out

Daí fui debugando, como de praxe ... Só que sem um editor como o Delphi, foi um pouco mais complicado descobrir o que estava dando erro ... Debugar passo-a-passo, nem pensar !!
Mas, no final, tudo deu certo ...

Para aqueles que quizerem conferir minha proeza, aqui está o link: www.pastebin.ca/557599
Flws povo ... Até mais ver !!

Animae Partus


Eu sou
Eu sou
Eu sou

Eu não era
então vim a ser
Não consigo me lembrar de NÃO ter sido
Mas posso ter viajado longas,
longas distâncias
pra chegar até aqui

quarta-feira, 6 de junho de 2007

O Poder da Vírgula


Caros amigos leitores desse blog, o português é uma ferramenta deveras complexa, mas que permite expressar nossas idéias de maneira fantástica. Por exemplo, uma única vírgula colocada em um lugar ou outro pode alterar totalmente o sentido de uma frase. Olha só o que recebi por e-mail ontem ...

O Poder da Vírgula

O valor da virgula, geralmente facilita muito, na hora da interpretação e da leitura.

'SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA'

sábado, 2 de junho de 2007

Widgets para o Firefox

Uma coisa que me irrita bastante no Firefox no linux é o esquema de widgets usado pelo Gecko para renderizar botões, caixas de combinação, caixas de texto, entre outros. No entanto, eu vi uma solução fácil para o problema. A solução se baseia em um set de imagens e código css para substituir os controles de forma que os deixarão bem mais agradáveis aos olhos.

Os controles originais foram feitos por Osmo Salomaa (otsaloma@cc.hut.fi). Simplesmente descompacte e rode o instalador com ./install

Por padrão, o script funciona com o diretório padrão do firefox (/usr/lib/firefox). Para utilizar um diretório diferente deste, vc deve especificar uma nova instalação (opção 3). Tenha certeza de informar corretamente o path da instalação do firefox. Vc pode mudar o path com "-p" ou "--path"

Exemplo para o IceWeasel: ./install --path=/usr/local/Iceweasel32 -i

Download: http://vndmtrx.googlepages.com/firefox-widgets-1.1.tar.bz2

Existe também uma outra forma de se fazer, usando outro set de widgets, mais parecidos com os Widgets do MacOS X.

Vai aí a dica:

wget http://vndmtrx.googlepages.com/prettywidgets_firefox2_linux.tar.gz
sudo cp -r /usr/lib/firefox/res/ /usr/lib/firefox/res_original
tar -xvvzf prettywidgets_firefox2_linux.tar.gz
sudo mv ./prettywidgets_firefox2_linux/* /usr/lib/firefox/res/

Exemplos de antes e depois da instalação ...







sexta-feira, 1 de junho de 2007

Coragem ...


A verdadeira bravura não se demonstra nos campos de batalha, não está no enfrentamento de animais ferozes ou de perigos que ponham sua vida em risco!

A verdadeira bravura está em sair de casa para beber com os amigos, não avisar a esposa, chegar em casa de madrugada, caindo de bêbado ser recebido por ela com uma vassoura na mão; e ainda ter peito para perguntar:


VAIS VARRER OU VAIS VOAR?