quinta-feira, 9 de março de 2006

Dia da Morga

Nem tenho o que falar ... Hj vai ser um daqueles dias que não passam nunca !!
Estou tão cansado que nem vou postar minhas historinhas engraçadas hj ...

Falows ... Sassussah pra uns e Namárië pra outros

segunda-feira, 6 de março de 2006

Conspiração Google

A humanidade vem sendo cercada desde os seus primórdios, com diversas especulações sobre o fim das coisas.
Armagedom, Apocalipse, Juízo Final…
Todas as expressões remetem a um dia onde todas as coisas serão julgadas e seu fim (ou vida eterna) determinado.

O misticismo se dá por um planeta inteiro ser modificado em apenas 1 dia.
A grande pergunta se dá se pensarmos: “E se não acontecer em um dia?“. Sim! E se o Apocalipse acontecesse lentamente sobre os nossos narizes? Se assistíssemos lentamente acontecer mudanças que aceitamos cotidianas e quando nos déssemos conta, estaríamos em um mundo mudado e irreconhecível?

Ficção demais? Talvez. Mas estendo o meu aviso aos desavisados e aos atentados, para que de forma heterogênea possam obter conhecimento das coisas por vir.
A Antiga Novidade

Recentemente, uma das grandes notícias que circulam o mundo, é o Lançamento do Google Earth. Uma ferramenta fantástica, viciante e não menos, intrigante. O google é a maior revelação desde os primórdios da WEB. Consegue indexar tudo (e todos) de seria muito simples alterar um logaritmo para estabelecer um padrão de qualquer ser humano em qualquer parte do mundo.

Como?
Simples: Utilizando os Pombos.
Pode soar incrível demais, mas avalie com cautela e racionalidade.
Onde você vê os pombos? Em casa, trabalho, prédios, ruas, estacionamentos, bancos… Enfim, em toda parte.
A ferramenta ideal para qualquer serviço de espionagem eficaz.
Os pombos nunca foram amistosos. Ariscos e de paladar simples, se satisfaziam com migalhas de pão e derivados.
Bastava que um ser humano se aproximasse a mais de 5 metros e eles já se sentiam incomodados.
Puro teatro!
Era o primeiro estágio para um plano de dominação global.
Aos poucos foram tomando espaço e ganhando o desprezo dos humanos. E hoje, em alguns lugares, é possível caminhar com pombos a poucos centímetros de seus pés.
Quantas vezes você não se pegou quase batendo o pára-brisa do carro em um pombo e ficou admirado como eles permanecem inertes ao ver o carro?
E os hábitos alimentares? Hoje, vemos pombos que comem frango em padarias! Revelaram o seu lado carnívoro.
Os pombos se tornaram parte do cotidiano de todos nós.
Pergunta que não cala

De onde surgem os pombos?
Qualquer resposta desavisada iria sugerir um ovo seguido de uma expressão de desprezo.
Claro… Mas pare para pensar: VOCÊ já viu um filhote de pombo? Um pombo aprendendo a voar?
Todos os pombos que conhecêssemos são adultos e andam em bandos.
No subsolo, os pombos se agrupam aos poucos (para que não sintam falta na superfície), e replicam células conservadas da mãe alienígena em câmaras criogenicas e com alterações genéticas formam os novos pombos em uma aparência amigável para o ser humano. Assim, nós sempre veremos pombos adultos e desenvolvidos… carnívoros e capazes de se alojar em qualquer fenda de qualquer lugar do mundo.
A Perfeita Mecânica

Como funciona?

Cada pombo possui uma antena nas fendas do bico. Não. Os pombos não respiram por ali. Todos eles possuem um aparato responsável pela sua respiração localizado no peitoral, o que os deixa com a aparência de “peito inflado”.
Cada uma destas antenas é responsável por enviar um sinal para que se faça a coleta de dados. Por vezes, o sinal de rádio é interrompido ou rastreado e os astutos espiões são obrigados a usar o meio físico de marcação.

Sim! As fezes. As fezes de pombo são produtos da mais alta tecnologia. Capaz de se comunicar há quilômetros de distancia ela tem características marcantes:

1- Adere a qualquer superfície. Não rola, desliza ou escorre por mais lisa que seja a superfície atingida.
2- É tão leve que não faz barulho e na maioria das vezes sequer sentimos que fomos atingidos. (quantas vezes você já viu alguém “sujo” que não havia percebido?).
3- O miolo interno é composto de um circuito de anti-matéria, vedado, que se desintegra ao entrar em contato com atmosfera terrestre.

A articulação perfeita, ainda sai com água para que você não possa ter qualquer desconfiança da ameaça.

Em alguns jornais, foi mencionado a “Praga dos Pombos”. Mas como controladores dos canais de comunicação eles simplesmente ocultaram qualquer informação e estatística sobre a população de pombos mundial.
Dessa forma, a Conspiração Google mantém a dinâmica da operação à surdina do cotidiano em nossas vidas.

A organização do google levanta essas informações para estabelecer um padrão de comportamento humano, antes de uma invasão completa para nos escravizar.
A técnica dos pombos de se absorver em nossos cotidianos foi tão bem sucedida que evolui para as canetas BIC.
Mais Artimanhas

Sim! As canetas Bics são sondas espaciais prontas para coletar em conjunto com os pombos as informações para a invasão final.
Pense em um logotipo das canetas bic! É nitidamente uma caneta se escondendo por trás de um ser humano!
Pense qual o primeiro lugar que você coloca sua caneta Bic quando precisa pensar em algo? Bingo! Na boca ou na têmpora! Lugares estratégicos para capturarem um padrão cerebral do usuário!

Simples? Não! Complexo ao extremo! A organização chegou a grandes corporações.
Dificilmente exigimos que as canetas que usamos sejam de um fabricante específico, mas pasmem canetas bics sempre estão ao nosso redor. SEMPRE! Você nunca compra uma… ela sempre está lá. Você deixa uma em algum lugar ela some. E quando reaparece? Está multiplicada!

Amarre uma caneta e observe por alguns dias… Em pouco tempo, você irá se esquecer dela e quando perceber: Virou uma Bic.
Imagine quantas Canetas BIC existem no mundo? Quantas vezes você já viu uma “carcaça” de BIC ? Pra onde elas vão?
Porque uma BIC nunca acaba a tinta na mão de um ser humano? Ela sempre some antes da carga final de energia se esgotar, para poder voltar ao subsolo e entregar seus relatórios.
Enfim…

Amigos, o aviso está dado. A maneira como nos tornamos dependentes do Google, das canetas bic e a forma como deixamos os pombos se aproximarem de nós, é apenas o primeiro passo. Não podemos mais fugir. Precisamos ser racionais e nos unir sobre um Bandeira que protegerá nossos filhos e a nós mesmos.
Uma organização inteligente se coloca por trás do simples Google e de pequenos animais. Não os Subestime!
Tome cuidado, e defenda com o coração o planeta que é seu!

[ Essa teoria foi elaborada baseada em diversos estudos e idéias de outros gênios do estuo alienigena e pode ser alterada a qualquer momento ]

Aqui vai o link da tecnologia do Google: http://www.google.com/technology/pigeonrank.html

Moscas espiãs de Marte

Por diversas vezes na sua vida você estava fazendo alguma coisa tranquilamente quando de repente, do nada, aparece aquela mosca e fica voando fazendo aquele barulho chato na sua volta? Você nunca conseguiu explicar porque é praticamente humanamente impossível matar uma mosca no ar?

São as moscas espiãs de marte! Quando você acha que o que está na sua volta é uma inocente mosquinha, na verdade é uma Mosca Espiã de Marte, cheia de más intenções que está gravando cada movimento seu para enviar para Marte! Elas possuem um grande treinamento e esquiva, o que lhes permite desviar de praticamente QUALQUER SITUAÇÃO! (Diferentes daqueles mosquitos estúpidos). Isso tudo além de ter um sexto sentido que lhes avisa sobre o perigo eminente!

O QUE SERÁ DO MUNDO? MARTE INVADIRÁ A TERRA? O QUE SÃO ESSAS CRIATURAS SOBRENATURAIS? QUE PODERES ELAS TEM? O QUE ELAS QUEREM NA TERRA?

BIC - Realmente eh tudo relativo

Um objeto tão simples e de uso tão cotidiano quanto a caneta BIC é uma prova evidente de que os extraterrestres não só nos visitam, mas que estão entre nós.

Permitam-me mostrar porque. O comprimento da caneta com a tampa colocada é de 150mm, e a distância entre a Terra e o Sol é de 150 milhões de km. A relação é evidente. As canetas BIC são objetos de culto solar introduzidas no nosso planeta por alguma civilização extraterrestre. Mas isso não é tudo. O comprimento da tampa da caneta é de 58mm, e se descontamos o que mede o ganchinho (a parte que serve para que a caneta fique pendurada), restam 35mm. Somamos as duas medidas e obtemos 93, que multiplicado por 2 dá 186, exatamente 40mm mais do que o comprimento da caneta sem a tampa (146mm). Ademais, a soma dos números do comprimento da tampa sem o ganchinho, 35mm (3+5), é 8, que é o diâmetro da caneta. Qualquer um pode ver que nestas proporções existe uma relação, e dessa relação tem que se derivar uma mensagem, provavelmente as chaves para a utilização de todo o poder e a energia do Sol.

E tem mais. Se somamos o comprimento da caneta sem a tampa, e o comprimento da caneta com tampa, obtemos o total de 296, que é exatamente a distância, em km, entre Recife e Natal pela rodovia. Caso alguém ainda duvide, a tecnologia necessária para construir rodovias é de origem extraterrestre (suponho que ninguém seja capaz de pensar que uns primitivos humanos poderiam desenvolver sozinhos uma tecnologia assim), e a relação entre essa tecnologia e as viagens interplanetárias encontra-se oculta nas mágicas proporções das canetas BIC. E não apenas isso, provavelmente todos os segredos do Universo estejam nessa caneta. Somando o resultado anterior, 296, com a medida da tampa sem o gancho, 35mm, temos 331, que multiplicado por 2 é 662, quase a Constante de Gravitação Universal salvo o correspondente fator de proporcionalidade (o valor desta constante é de 6,67 x 10-11, o erro pode ser devido bem a falta de precisão em nossas medições, ou bem a que a inteligência superior que criou estes objetos decidiu que era perigoso demais pôr conhecimento demais em nossas mãos).

Além do mais, o comprimento do gancho é de 23mm. Se somamos os números do comprimento total da caneta, 150mm (1+5+0), temos 6, que com os 23 do gancho resultam em 6,023, bastando acrescentar o fator de proporcionalidade 10-23 para obter o número de Avogadro. Com certeza poderíamos seguir estudando as características deste maravilhoso objeto vindo das estrelas, e encontraríamos assim respostas aos grandes enigmas da humanidade.

Por nossa parte, e trás muitos anos de pesquisa e análise das canetas BIC, podemos afirmar que estamos muito perto de descobrir o segredo da eterna juventude, a Pedra do Filosofal, e na melhor das hipóteses, o porque das pessoas tenderem a se aglomerar num mesmo ponto durante uma reunião social embora tenham muito espaço a utilizar.

Sondas Espaciais BIC - A verdade está lá fora

"Você está sendo rastreado/a!!!!!!!!"

SEI QUE É GRANDE, MAS É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA. LEIA E REPASSE, POIS NOSSAS VIDAS DEPENDEM DESSA NOVA E APAVORANTE DESCOBERTA.

O PERIGO DAS CANETAS BIC


Acredito que sempre que pensamos em "caneta", temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC. Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos.

Você já se perguntou como isso aconteceu? Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata, simples e de fácil acesso, tornou-se "convencional" o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha. Pois bem, a resposta não é assim tão simples!

Documentos secretos encontrados no final do ano de 2001 indicam um envolvimento direto da NASA com a BIC. Também foram encontrados documentos oficiais da NORAD, onde estavam registrados estudos sobre uma possível invasão de sondas extraterrestres no Planeta Terra. Acredite ou não, estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até os dias de hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo. Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento - olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda.

Despedida

Bom, não tenho nada pra escrever nesse momento, pois é um momento melancólico, sempre ... Mas espero que essas minhas linhas antigas sirvam de consolo pela viajem à frente ...

I

Percorri todos os mundos
para colher a erva gridelim
e te dar

Mergulhei em todas as águas
Para encontrar o peixe cúpreo
E te oferecer

Desapareci em cavernas e desfiladeiros
Para cavar a pedra carmesim
E te entregar

II

Li todos os livros
Que minhas mãos alcançaram,
Para te ensinar o que aprendi

Ouvi todos as canções
Que meus ouvidos perceberam,
Para repeti-las e te encantar

Mirei todas as telas e aquarelas
Que meus olhos permitiram,
Para imitá-las e te retratar

Carreguei todas as madeiras e rochas brutas
Que meus braços suportaram,
Para extrair delas teu busto perfeito

III

Arrastei todo o barro e cerâmicas
Que as minhas pernas sustentaram,
Para erguer teu abrigo perene

Plantei muitas florestas de musgos e heras,
Mais do que meu corpo supôs lograr,
Para te amparar à sombra do dia

IV

Enfrentei tantos batalhões e leões
Quanto minha coragem consentiu,
Para proteger-te da fúria das feras e dos homens

Negociei incontáveis tratados com os poderosos,
Tantos quantos minha resignação admitiu,
Para brindar-te com a paz improvável

E depois de tudo,
Só me sobraram a caneta e o papel
Para escrever-te
Um poema de despedida.

V

Um dia, quando fores bem velhinha,
Quando a nostalgia chega n!alma e se aninha
lerás estes versos meus...

Lembrarás então das cantigas distantes,
dos lugares errantes,
desse entristecido adeus...

Um dia, quando a saudade te apertar o peito
quando sentires que a vida é sonho desfeito
lerás esses cantos que são teus...

Lembrarás, então, daquelas noites de luar,
das estrelas andando sobre o mar,
desse amargurado adeus...

Um dia quando souberes que eu parti
estejas certa que os momentos que eu vivi
estão contidos nestes pobres versos meus...

Abra, então, teu coração enternecido,
abriga os sonhos do poeta entristecido,
que num lamento um dia te disse ADEUS!

quarta-feira, 1 de março de 2006

Namárië

Lamento de Galadriel

Ai! Laurië lantar lassi súrinen
yéni únótimë ve rámar aldaron!
yéni ve lintë yuldar avánier
mi oromardi lissë-miruvóreva
Andúnë pella, Vardo tellumar
nu luini yassen tintilar i eleni
ómaryo airetári-lírinen.

Sí man i yulma nin enquantuva?

An sí Tintallë Varda Oiolossëo
ve fanyar máryat Elentári ortanë
ar ilyë tier undulávë lumbulë
ar sindanóriello caita mornië
i falmalinnar imbë met,
ar hísië untúpa Calaciryo míri oialë.
Sí vanwa ná, Rómello vanwa, Valimar!

Namárië! Nai hiruvalyë Valimar!
Nai elyë hiruva! Namárië!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

MMS


A vida massante dos dias que antecedem o equinócio do outono será, em parte, quebrada pelas festividades promovidas (mesmo sem terem consciência disto) em adoração ao Deus grego Baco, ou as festividades celtas da fertilidade e do início da primavera no hemisfério norte. No mais, vou só vivendo isolado de meus amigos, espalhados por vários estados. Namárië. Ellen silá lúmmen Omentielvo!!

Dia como um outro qualquer

Hoje infelismente não tenho nada a dizer. A estrada parece excessivamente calma e minha viagem, acredito eu, será calma. Em algumas horas devo estar chegando ao desfiladeiro da sombra, o qual será, da mesma forma, tranquilo e sem nenhum "entretenimento" como o que me acometeu naquela singela vila.
Bom, logo em breve estarei aqui de novo, contando mais sobre minhas viagens. Hoje estou com sono, mas preciso progredir em minha viagem, pelo menos até a próxima estalagem, pois me é de grande interesse o valor monetário daquela pedra. Eu estimei em umas 200 peças de Mithril (Em torno de 2.000 peças de ouro).
Até a próxima parada então, nobres aventureiros.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

Dia da Enchente do Rio Cristalino

Como é difícil descansar ... Onde quer que eu passe, sempre há alguma coisa que eu tenho que fazer ...

Estava lá eu, descansando sob a sombra do alpendre na estalagem "Sorriso do Orc", que por sinal é uma bela estalagem. Tirando o estalajadeiro ser meio desengonçado, por ser um anão, tudo corria domo deveria. Bem, voltando à história, estava lá eu, descansado quando um aldeão veio até mim, pedindo que eu os ajudasse a resolver um problema que há vários meses vem perturbando a vida daquela vila. Deve ser bem perturbador mesmo, pra precisar de minha ajuda e me perturbar de meu descanso, mas vamos lá ... Eu saí com ele e fui em direção do local onde ele indicara. Por incrível que pareça, esse local era nada mais nada menos que o porto aéreo da vila. E logo hoje que eu estava esperando minha condução para voltar à floresta de Jatailand.

Como eu estava muito animado (e descansado também, pois estava ali havia 3 dias) resolvi fazer o reconhecimento do terreno em volta. De todos os detalhes que havia notado, o mais estranho era aquele portal em forma de chifres na entrada do brejo. Quem seria a pessoa que colocaria algo como aquilo num lugar tão ... inútil. Não era de se espantar que o motivo de tudo se devia a um dragão azul ainda novo, com pouca experiência em aterrorizar cidades ... Então, pensei em como afugentar aquela coisa, já que eu mesmo não daria conta dele nem mesmo com um exército pequeno, coisa que nem aqueles aldeões poderiam me arranjar.

Fui-me então até a toca do dito cujo para, quem sabe, conversar, trocar umas idéias e até quem sabe ficar amigo daquele monstro. Chamei meu corcel élfico, peguei minhas espadas, minha aljava e meu arco e desci as encostas da chapada até chegar a uma região que pouco me afeiçoava. Um brejo se formava a minha frente, com diversas árvores retorcidas e com aparência nada convidativa. Segui então pelo caminho, pensando no tipo de coisas que poderia encontrar por ali. Mas por incrível que pareça nada apareceu. No começo até achei bom, mas depois fiquei me indagando o porquê de não haver tais animais aqui.

Passadas algumas horas de caminhada brejo adentro, eu chego a uma praia que dava no rio cristalino. Não deveria ser uma praia normal, pois nunca tinha ouvido falar de praias belas como essa dentro de um brejo tão feio. Deixei meu corcel à beira da mata e segui andando à pé pela orla da praia. Nada de mais. Um rio de águas cristalinas, de areia firme e com vários peixes nadando. Olhando mais abaixo, foi que notei que eu havia chegado acima da entrada da toca, chamada desolação do dragão. Realmente lá mais embaixo as coisas eram bem mais feias e provavelmente perigosas. Fui até lá e nada de encontrar o dragão. Devia estar por aí, aterrorizando pessoas. Só sabia um modo de chamar a atenção do dragão para cá, ou para mim, não sei. Entrei dentro da toca e encontrei seu covil. Havia somente algumas toneladas de ouro e jóias, relíquias e pedras preciosas. Fui e peguei uma pequena pedra transparente, mas que tinha várias facetas. Era do tamanho de um punho fechado e parecia ser um diamante ou alguma outra coisa mais valiosa.

Não tardei em ficar ali, pois sabia que o dragão logo viria em retorno à sua toca.

Demorei um pouco para subir rio acima, mas com alguns minutos eu cheguei ao local onde eu havia encontrado o rio. Lavei-me daquela sujeira toda e quando estava a sair do rio, notei que ele começava a subir lentamente. Isso por si só já era um sinal de que o "garoto" estava voltando. Então, num lance rápido, subi no meu corcel e comecei a fazer o caminho de volta. Com pouco mais que alguns minutos que havia saído, ouvi um enorme urro e como um lance daqueles que só grandes magos sabem fazer, o rio começou a subir e inundar o brejo. Pronto, comprei briga com um dragão, ainda por cima dentro de seu território. Era só uma questão de tempo até ele me achar. Como não sou nem um pouco burro, eu guiei meu cavalo para uma parte do brejo que me parecia pouco provável de alguém se esconder e lá espalhei barro por todo o seu pelo, assim como em mim todo. Isso nos disfarçaria por algum tempo. Só ouvia o barulho de suas asas e a sua raiva descontada em forma de sopros de eletricidade brejo adentro na esperança dele encontrar o raptor de seu tesouro.

Depois de algum tempo ali, parado, correndo o risco de ser eletrocutado, uma idéia me ocorreu. Subi em meu corcel, amarrei a pedra em meu pescoço e segui em direção à estrada. Tudo bem, é uma atitude totalmente idiota, mas algo me surgia à mente. Não deu nem tempo direito de chegar à estrada e o dragão me localizou. Eu já tinha andando mais de três quartos do caminho, mas com aquela coisa me sobrevoando e me atacando, não sabia quanto tempo iria viver ... Então, logo que estava saindo do brejo, o dragão teve a brilhante idéia de tentar me agarrar em pleno vôo. Como eu estava planejando, eu fui à toda a velocidade e quando ele estava a um ponto de me agarrar, fiz eu a coisa mais inimaginável. Dei um pulo, e ele errou seu bote, desequilibrando um pouco. Mas isto não foi tudo, eu pulei e consegui segurar em seu pescoço. Ele tentou se livrar de mim, mas já era tarde. Passados apenas alguns segundos do acontecido, o dragão jazia morto. Ele se esquecera daquele portal inútil. Não conseguia nem acreditar que aquilo era possível. O dragão foi burro o suficiente para cair em uma armadilha tão singela. Claro que no começo não acreditei. Fui lá e cutuquei o corpo do bicho, falei com ele, mostrei a jóia e nada ...

Então, como se nada tivesse acontecido, fui voltando à vila. E chegando lá, quase fui imolado!! A cidadela estava totalmente destruída. Mas até explicar a todos que o dragão jazia morto na entrada do brejo eu já estava sendo levado para execução pública. Somente quando viram aquela pedra em meu pescoço que perceberam que não era uma mentira.

Logo, alguns foram averiguar o acontecido e voltaram atônitos. Como que instantaneamente, passei de candidato à fogueira a herói. Mas nada eu tinha feito, foi só a sucessço de acontecimentos desastrosos que aconteceram!!

Falei para os moradores que sua cidade poderia ser reconstruída com os espólios daquele dragão. Acho que foi muito mais que o necessário para reconstruir uma capital na verdade, mas isso não me importa. Eu só fiquei com aquela pedra mesmo.

Fiquei nessa cidade durante mais uns três meses, até a vila ficar terminada, já que eu tinha a ver com a destruição dela. Mas é isso, bem as coisas estão quando bem elas terminam.

Nesse momento acho que vou deixar a estalagem e seguir em meu corcel élfico. Fiquei quatro meses aqui pra decidir voltar à cavalo. Vai entender ...

Bom, essa é a história de como comecei a ficar famoso pelas terras da província de Goyá, em Elementalia.
Espero em breve postar mais histórias.
Até breve jovens aventureiros!!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Eh, começo meu blog falando de coisas chatas, mas hj tou morrendo de cansado e não tenho nada pra falar, infelismente ...

Dexa pra amanhã, pode ser ??
[]'s para todos !!